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Jim Caviezel viverá Jesus novamente, no que ele promete ser “o maior filme da história”


O ator Jim Caviezel confirmou que está confirmado para viver Jesus na sequência de “A Paixão de Cristo”, novo longa do diretor Mel Gibson. Aos 49 anos ele disse que fará uma participação no filme sobre a ressurreição.

“Há coisas que não posso dizer, mas que vão chocar o público”, diz ele ao jornal USA Today. “Será ótimo. Fiquem atentos”. Caviezel revela que já vem conversando com Gibson e afirma estar “inspirado” pela perspectiva.

“Eu não posso dizer como ele vai fazer, mas vou te dizer que será o maior filme da história. Será realmente muito bom”, afirma.
A Paixão de Cristo, lançado de 2004, escrito, dirigido e produzido por Gibson, foi um marco importante na produção de filmes com temas de fé. Com um orçamento de US$ 30 milhões, arrecadou mais de US$ 600 milhões em todo o mundo, somente em bilheterias.

Ele mostrava as últimas 12 horas da vida de Cristo. Desde 2016, Gibson vem trabalhando nessa sequência, cujo foco será o que ocorreu depois da crucificação, continuando a narrativa.

Caviezel explica que Gibson finalmente ‘decifrou’ a história que pretende contar no filme e as datas das filmagens já estão agendadas. “Coração Valente foi um filme que levou um bom tempo para deslanchar. A Paixão também. Ocorre o mesmo com este novo filme. Mas Gibson finalmente achou o que queria. Então está a caminho”, encerrou o ator.

Mais recentemente, Caviezel, que é um cristão praticante, voltou a fazer um filme bíblico. O ator interpreta Lucas no filme “Paulo, apóstolo de Cristo”, que estreia em março. 

Batalha espiritual
Em entrevista ao no programa The Late Show, apresentado por Stephen Colbert, Mel Gibson disse que a ressurreição “É mais do que um único evento, é um evento incrível”.

Quando o apresentador perguntou se haveria um vilão no filme, a resposta do diretor foi: “Sim, mas eles são de outra dimensão”. Deu assim uma pista de que se tratava de uma abordagem sobre o mundo espiritual.

Durante a entrevista, o diretor falou como é difícil fazer um filme sobre uma história que teoricamente “todo mundo já sabe o final”. Gibson disse que seria preciso muita imaginação. Mas, em seguida provocou: “muita coisa aconteceu em três dias”. 

Fonte:USA Today

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